segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O que acontece com essas pessoas que um dia dizem que nos amam, mas no outro parecem que nem se lembram que agente existe ? São essas pessoas que falam que amam e depois nos tratam como se fossemos qualquer um, pera ai colega, se você não ama, não fale que ama, mentir sobre sentimentos é feio.
Depois que são tratados mal, que nem estranhos para nós, eles vem reclamar, e ainda tem a capacidade de vim nos cobrar CARINHO. Carinho ? Eles sabem pelo menos o que é carinho ? Não, pra um ser humano mentir os próprios sentimentos, com toda a certeza ele não sabe o significado da palavra carinho.

Giovanna Maldonado
Não importa se não deu certo hoje, a voz dentro do meu coração continuará dizendo: ”Eu vou tentar novamente amanhã”.
Algumas coisas nos dão motivo para continuar.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

(...)

Não adianta tentar tirar da cabeça quem se alojou no coração. Não adianta fingir que não sente na tentativa de passar a não sentir. E quer saber? Te amo. Te amo de um jeito que eu tento explicar e não sei. Palavra fica presa. Engasgo, afogo e uso palavras pela metade. Na hora H sempre falta uma vogal. Mas quer, de novo, saber? Meu coração nunca foi pela metade: sempre foi-inteirinho-seu. Plim! 

Clarisse Corrêa 

(...)

Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim. 

Clarisse Corrêa